O objetivo desse conteúdo é trazer as notícias mais relevantes sobre varejo e negócios da semana, tudo de forma prática e simplificada, mas sem deixar com que os principais detalhes passem despercebidos. 

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Carrefour investe em mercado de telefonia móvel

Para ampliar seu leque de serviços, o Carrefour, maior varejista do Brasil, anunciou sua entrada no segmento de telefonia móvel. A empresa irá disponibilizar, a partir da segunda quinzena deste mês, sua própria operadora de telefonia móvel, batizada de Carrefour Chip. 

A partir do lançamento, os chips serão vendidos em algumas lojas físicas da companhia e posteriormente serão comercializados em outros pontos. Sendo assim, a empresa passa a ser a primeira do varejo alimentar a entrar nesse mercado. 

O projeto contará com a parceria da Surf Telecom, que será responsável por toda a infraestrutura técnica e operacional. A operadora Chip Carrefour irá oferecer, inicialmente, três opções de planos, que variam de R$ 29,90 a R$ 49,90 por mês.

Alexandre Gyurkovits, Diretor de Merchant Service do Grupo Carrefour Brasil, fez a seguinte afirmação sobre o lançamento do novo negócio da companhia: 

“Com os formatos de produtos e serviços cada vez mais interligados, o Grupo Carrefour Brasil busca oferecer uma experiência de compra ainda melhor e mais completa, traduzida em conforto e conveniência, ao mesmo tempo em que aumenta as oportunidades de conexão e fidelização com os nossos clientes. Um bom exemplo da conexão do nosso ecossistema está no fato do oferecimento de condições especiais para os clientes que fizerem a recarga com o cartão Carrefour.”

Magazine Luiza prepara lançamento para marca própria de moda

Ontem, dia 5 de outubro, o Magalu lançou um espaço dentro de seu aplicativo dedicado à venda de roupas, acessórios e calçados. Esse espaço foi batizado de “Mundo Moda”. Essa estratégia está em linha com um passo futuro do Magazine Luiza, que é uma marca própria de vestuário que está sendo desenvolvida internamente e será lançada ao mercado em breve. 

Essa estratégia está sendo potencializada pelas empresas adquiridas pelo Magazine Luiza ao longo dos últimos anos, como por exemplo a Steal de The Look, portal online especializado em moda adquirido pela empresa, que será responsável pela curadoria de conteúdo e recomendações de looks dessa nova frente de negócio. 

Esse simples exemplo evidencia o lado estratégico de aquisições da companhia, usando as empresas adquiridas para impulsionar as vendas no que hoje representa uma das principais fontes de receita da empresa. 

Amazon abre novo Centro de Distribuição em Pernambuco

A Amazon, uma das maiores varejistas do mundo, iniciou as atividades no segundo centro de distribuição (CD) da empresa na cidade de Cabo de Santo Agostinho, seu segundo CD no estado de Pernambuco. 

Com a abertura, a empresa espera aumentar sua capacidade logística no país e aumentar o portfólio de produtos com o objetivo de melhorar a experiência dos consumidores e reduzir o tempo de entrega das mercadorias, que é um dos principais desafios do e-commerce. 

Agora a Amazon possui um total de 11 centros de distribuição no Brasil: 5 em Cajamar (SP), 2 em Cabo de Santo Agostinho (PE) e 1 em Betim (MG), Santa Maria (DF), Nova Santa Rita (RS) e São João de Meriti (RJ).

Além da Amazon, outras varejistas como Mercado Livre, Magazine Luiza e Via estão investindo nesse sentido, acirrando ainda mais a disputa pela preferência dos consumidores e superando os desafios logísticos oferecidos por um país com dimensões continentais e com um modal viário concentrado em rodovias, o que dificulta ainda mais o processo de entrega dos produtos.

Vendas no varejo recuaram 3,1% em agosto

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuaram 3,1% no mês de agosto em relação ao mês de julho, maior queda desde dezembro de 2020, quando o segmento recuou 6,1%. 

Seis das oito atividades pesquisadas do varejo tiveram resultados negativos durante o mês de agosto, trazendo um viés negativo para um possível crescimento da economia brasileira. Porém, apesar do recuo, o volume de vendas no varejo está 2,2% acima do período pré-pandemia.

Abaixo estão as atividades que tiveram queda durante o período:

  • Artigos de uso pessoal e doméstico (-16,0%)
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,7%)
  • Combustíveis e lubrificantes (-2,4%)
  • Móveis e eletrodomésticos (-1,3%)
  • Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,0%)
  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,9%)

As únicas duas atividades que apresentaram crescimento foram tecidos, vestuário e calçados (1,1%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,2%).

No varejo ampliado, segmentação que inclui veículos e materiais de construção além das 8 atividades citadas acima, o volume de vendas caiu 2,5% em agosto na comparação com julho.

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