Em razão da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, houve o fechamento de 135 mil estabelecimentos comerciais no Brasil no segundo trimestre deste ano.

De acordo com cálculos da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), essa perda já equivale a 10% do número de lojas com vínculos empregatícios antes da pandemia.

Porém, muitas das vendas que antes eram feitas presencialmente, estão transitando para o online, o que deve fazer com que o ano encerre com 88 mil lojas a menos, segundo Fábio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

Apesar desta ainda ser uma notícia ruim, a mudança rápida dos varejistas para que se adaptem ao ambiente online é um ponto positivo em comparação à forma de posicionamento das lojas anteriormente ao coronavírus.

Esses investimento feitos agora, no médio prazo, vão permitir uma integração das lojas físicas em conjunto com as do ambiente online, fortalecendo o omnichannel, principalmente no Brasil, onde ainda tem muito espaço para crescimento.

Além do omnichannel, algumas outras estratégias também vão se destacar após esse momento. Diante desse contexto de novas lojas online, Andres Mustchler, fundador e CEO da Westwing em live organizada pela Mercado & Consumo, fez a seguinte afirmação:

“Um dos grandes desafios no e-commerce daqui pra frente é conseguir construir experiências digitais que levam o consumidor a novas descobertas, e o live shopping é um exemplo interessante de tentativa para esse processo. O ecossistema como um todo deve avançar neste caminho de navegação por descoberta e não só por necessidade ou impulso, ações mais comuns e vivenciadas no varejo físico.”

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