Módulo 2: Ferramentas e Estratégias

  • Trade Marketing

    É a atividade praticada pela indústria de consumo que tem como foco o canal de distribuição. É uma estratégia B2B que é focada no posicionamento de mercadorias de forma estratégica nos pontos de venda, o objetivo é estimular o consumo de produtos nos diferentes canais de distribuição, seja varejo ou atacado. O papel do Trade Marketing é analisar os hábitos e preferências dos consumidores para apoiar o sucesso das estratégias de marketing e vendas. 

  • Merchandising

    É o conjunto de operações que são feitas no Ponto de Venda (PDV) com o objetivo de expor o produto certo, além de preço e tempo certos, com uma apresentação visual que facilite a venda desse produto. Essa é uma estratégia de marketing que tem como finalidade a promoção e venda de produtos dentro e fora do PDV. Dessa forma, os produtos do ponto de venda poderão ter grande rotatividade, evitando que fiquem parados por muito tempo no estoque.

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  • Omnichannel

    O principal objetivo é integrar processos de compra, potencializando a experiência do consumidor em mais de um canal. A máxima da metodologia é começar a compra em um canal e terminá-la em outro, com um ganho para o cliente. O omnichannel é muito mais do que oferecer um aplicativo, ter um site e uma loja física. Ele vai além ao integrar todos os processos de compra e disponibilizar o mesmo preço e condições, independentemente da plataforma de venda usada pelo consumidor. 

  • Clique e Retire

    Entendido como um modelo de comércio híbrido, em que o cliente tem a possibilidade de efetuar a compra do seu produto em uma loja online e retirá-lo em uma unidade física, conforme disponibilidade, como é o exemplo da Magazine Luiza e outras varejistas no Brasil e no mundo que disponibilizam a opção. Além disso, esse modelo foi muito impulsionado na pandemia do coronavírus, em especial, pelos Shoppings. 

  • Seamless

    A tradução literal do inglês para Seamless é “sem costura”, mas seu significado quando aplicado ao contexto varejista é mais abrangente e tem relação direta com o omnichannel. Na operação o cliente navega e transaciona em todos os canais do varejista de maneira intuitiva, sem nenhum tipo de barreira ou dificuldade. Exemplos: um cliente realiza a compra no site e retira na loja física; realiza a compra no site e troca o produto em uma loja ou operação temporária; realiza a compra na loja física e recebe suporte técnico por chat; etc.

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  • Transformação digital

    É um ciclo contínuo que envolve pessoas, processos e tecnologia. Ela se trata de transformar a empresa como um todo com bases tecnológicas, ou seja, é usar tecnologia como aliado para gerar resultados positivos para a empresa. Existe um equívoco em que muitas empresas cometem que é confundir a Digitalização com Transformação Digital. Ter uma presença online não quer dizer que está passando por uma Transformação Digital.

  • Phygital

    Se trata da união das palavras physical (físico em inglês) e digital. Essa junção representa a união de dois formatos de venda do varejo, principalmente se trabalhados de forma conjunta e integrada. No Phygital, a conveniência das compras online se funde com a experiência gerada por meio das compras em lojas físicas. A fusão dos formatos tende a contribuir ainda mais para o cenário do segmento, sendo um dos pilares do varejo nos próximos anos.

  • Pop-up stores

    São lojas temporárias usadas para aproveitar uma sazonalidade específica, podendo durar dias ou semanas. Alguns exemplos são, verão/inverno, um evento artístico ou esportivo, ou ainda para testar modelos ou pontos de venda. Elas também têm sido utilizadas por empresas de e-commerce com o objetivo de se aproximar dos clientes para construir e consolidar a marca. O objetivo é permitir uma experiência sensorial completa, o que não é possível de alcançar apenas pela Internet.

  • Retailtainment

    Em inglês, a junção das palavras Retail e Entertainment, traduzindo para o português, é Varejo e Entretenimento. Pode ser entendido como o marketing experimental de varejo para o entretenimento dos compradores. As técnicas criam experiências de branding na loja entre compradores e marcas. Essas experiências na loja dão vida aos produtos, por meio de luz, som, movimento e interagem diretamente com o comprador.

  • Customer Centricity

    Traduzindo para o português, Centralidade no Cliente. O termo pode ser entendido quando cada pessoa em toda a organização pensa sobre como suas ações e decisões afetarão a experiência do cliente. Trata-se de uma mentalidade organizacional que coloca os clientes, ao invés dos produtos e serviços ou concorrência, no centro do negócio. Um exemplo é a Amazon, como um dos maiores casos de sucesso nesse sentido no mundo. 

  • Jornada do Cliente

    A jornada do cliente é um caminho para indicar o estudo para entender os clientes, como eles se comportam enquanto visitam as lojas (físicas ou online) e o que pode ser feito para melhorar a jornada deles. Portanto, ela pode ser entendida como a história que o cliente possui quando se relaciona com a marca, ou seja, desde o primeiro contato (visita, atendimento, material impresso ou conteúdo online) até o fechamento e o pós-venda.

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